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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Carlos Alberto agradece Vasco e Dorival por boa fase




RIO - O meia Carlos Alberto não poupou elogios ao Vasco e ao técnico Dorival Júnior nesta segunda-feira para explicar a boa fase que atravessa no clube, líder da Série B e próximo da volta à elite do futebol brasileiro. Depois de viver um momento complicado na carreira, com sua saída conturbada do São Paulo, no ano passado, o jogador atribui sua melhora ao bom ambiente que encontrou no Vasco.



"O Dorival Júnior é um dos responsáveis por essa boa fase", disse em entrevista ao SporTV."É um cara que me cobra, que é meu amigo, não deixa eu perder o foco em momento algum." Além do treinador, o meia também lembrou o diretor de futebol do Vasco, Rodrigo Caetano. "São pessoas que estão preocupadas com meu bem-estar", afirmou o vice-artilheiro do time na Série B, com cinco gols.



"Nos momentos em que eu fui vitorioso na carreira foi quando eu tive cobrança", explicou o jogador de 24 anos, que se disse feliz no Vasco. "Essa mudança vem de dentro para fora. Não adiantava nada as pessoas se importarem comigo se eu não tivesse uma mudança de postura", comentou Carlos Alberto, que se vê "um cara mais sociável" agora, que também não se preocupa tanto com a arbitragem.



Ao lado do técnico Muricy Ramalho no programa Bem, Amigos!, Carlos Alberto também aproveitou para elogiar seu ex-treinador no São Paulo. "Tenho que agradecer muito ao Muricy, que teve muita paciência", disse. "O São Paulo foi o início disso tudo", continuou o meia, lembrando que foi no clube paulista que se recuperou de um problema na tireoide, que afetava o seu rendimento físico.
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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Atletas de Cristo defendem religião no futebol

Por Rogerio Jovaneli, especial para o Yahoo! Brasil
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Um antigo dito popular diz que futebol, religião e política não se discutem. Mas diversas manifestações envolvendo jogadores de futebol parecem, cada vez mais, motivar discussões. Há, inclusive, quem veja relação entre esses três temas.

Orações, rezas de mãos dadas, sinal da cruz, torcedores no estádio ostentando cartazes ou vestindo fantasias que retratam o mais profundo sentimento de dependência do sagrado estão presentes a cada rodada do Brasileirão.

As camisas dos times são chamadas de “mantos sagrados”. E, mesmo os hinos dos clubes também denotam paralelos com a religião. Mostram rendição, admiração, promessa, reverência, dependência, adoração. São letras que mais parecem hinos de louvor e de fidelidade a Deus, como é o caso do Flamengo, clube mais popular do país.

“Uma vez Flamengo. Sempre Flamengo. Flamengo sempre eu hei de ser. É meu maior prazer. Vê-lo brilhar. Seja na terra, seja no mar. Vencer, vencer, vencer. Uma vez Flamengo, Flamengo até morrer. Na regata, ele me mata, me maltrata, Me arrebata de emoção no coração. Consagrado no gramado. Sempre amado. O mais cotado nos Fla-Flus. É o Ai, Jesus. Eu teria um desgosto profundo. Se faltasse o Flamengo no mundo. Ele vibra, ele é fibra. Muita libra, já pesou. Flamengo até morrer eu sou”.

Em São Januário, sede de outro time carioca, o Vasco da Gama, existe uma capela muito freqüentada, sobretudo quando o clube está em uma decisão de título ou mesmo em um momento mais desfavorável, como no ano passado, quando lutava para não cair à segunda divisão.

No estado de São Paulo, o time do Corinthians tem em seu escudo o São Jorge, santo guerreiro. No caso do São Paulo, o próprio nome já diz tudo e o seu mascote é uma figura de um idoso, que representa o apóstolo São Paulo.


Atletas de Cristo

Ex-goleiro do Atlético (MG), João Leite, hoje deputado estadual por Minas Gerais, ajudou a fundar o chamado “Ministério de Atletas de Cristo”, entidade formada por esportistas que se reúnem para encontros que ligam religião e esporte.


“Em 1979, em viajem com o Atlético ao sul do país, conheci o Baltazar, que jogava no Grêmio e sempre manifestava a fé dele. Ele, minha esposa, Eliana Aleixo, que era jogadora da seleção brasileira de vôlei, Jailton, então goleiro do Madureira (RJ), Jânio, atleta do Noroeste de Bauru (SP) e eu tivemos um primeiro encontro e ali nasceu a idéia de criarmos uma associação que congregasse os atletas em nome de Jesus”, recorda.

Jogador que mais vezes vestiu a camisa do Atlético (684 partidas, entre 1976 e 1989), João Leite conta que o primeiro grande congresso nacional de Atletas de Cristo ocorreu em 1981. “A partir daí, a associação cresceu muito. Hoje, há Atletas de Cristo em mais de 60 países. Temos jogadores da seleção, como Lúcio e Kaká. Inclusive, o Jorginho [auxiliar do Dunga na seleção brasileira] é o nosso presidente”. Completam o quadro diretivo Silas, atual técnico do Avaí (SC), que ocupa o cargo de 1º vice-presidente e Paulo Sérgio, campeão do mundo em 1994, diretor executivo da entidade.



Futebol x Religião

Em sua época de jogador, o ex-ídolo atleticano não tinha receio em levar a sua fé ao mundo do futebol. Tinha o hábito de distribuir bíblias aos jogadores, seja jogando com a camisa do Galo ou da seleção. A cada contrato novo que assinava, dava uma Bíblia para um jogador do Atlético, em todas as categorias.

O gesto trouxe muitas histórias alegres para ele, como quando, em seus primeiros jogos pela seleção, no Mundialito do Uruguai, recebeu do goleiro Tony Schumacher alguns pares de luvas em retribuição à entrega de uma bíblia ao alemão.

Mas também houve resistência. Inspirado no piloto brasileiro Alex Dias Ribeiro, João Leite resolveu mandar bordar na camisa dele do Atlético a inscrição “Cristo Salva”. Certa vez, um árbitro viu a mensagem, relatou na súmula e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou ao Atlético que se ele jogasse com aquela camisa perderia os pontos.

Recentemente, após a conquista da final da Copa das Confederações, os jogadores brasileiros reuniram-se em círculo ajoelhados no meio de campo para rezar, celebração que motivou duras críticas. Jim Stjerne Hansen, diretor da Associação Dinamarquesa de Futebol, condenou ao que chamou de evento religioso. “Da mesma forma que não podemos deixar a política entrar no futebol, a religião também precisa ficar fora. A religião não tem lugar no futebol”, declarou.

O jornalista Jamil Chade, revelou no jornal O Estado de S.Paulo que a Fifa pediu à CBF moderação na atitude dos jogadores mais religiosos. Foi apenas uma alerta à entidade, sem qualquer punição aos atletas, já que a manifestação religiosa ocorrera após a partida.

Com a experiência de quem vivenciou na pele, ainda como atleta, alguma resistência do futebol à manifestação de sua fé, João Leite fala duro contra qualquer tipo de cerceamento de manifestações religiosas no futebol. Diz ser a favor da liberdade de expressão.

"O Brasil não é um país laico. Somos um povo religioso, com várias religiões: católica, batista, presbiteriana, espírita. Aquela comemoração da conquista da Copa das Confederações foi o momento que eles encontraram para agradecer a Deus, na fé deles, pela vitória. Permite-se que um jornal dinamarquês ridicularize Maomé com aquelas charges, atingindo os mulçumanos. Já para o religioso manifestar a sua fé, aí não é permitido?”, questiona João Leite.

Edmilson, zagueiro do Palmeiras, campeão do mundo pela seleção em 2002, é outro Atleta de Cristo que defende a livre manifestação religiosa dos atletas. “Eu achei fantástico o que os jogadores fizeram na Copa das Confederações. Fizemos o mesmo em 2002 quando a gente foi campeão do mundo. Recebi mais de dois mil emails de pessoas que foram transformadas. Gente do oriente médio, de todo o mundo, parabenizando o nosso trabalho e o nosso ato, o nosso gesto de amor a Deus, ao mundo e às pessoas”, conta.
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

O mundo em um click!


Toda as ferramentas do menú estão funcionando corretamente, temos: Cultura, Esporte, Entretenimento e Educação. O mundo em um click, todas as informações do mundo, passará por aqui. Boa navegação. Sugestões podem ser postadas no CBOX.


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